3 de agosto de 2017

Resolução

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Está decidido, chega de preguiça. Basta!
Em breve, logo que entrar de férias, vou ignorar as desculpas e começar de novo com o exercício físico.
Quem desse lado pratica actividade física?
Em casa, ao ar livre e/ou no ginásio?

'Bora lá... Só eu sei a vontade que (não) tenho.

2 de agosto de 2017

Positividade

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Círculo, harmonia, concentração de energia, equilíbrio, Universo...

Descobri que gosto de Mandalas. Porquê? Não sei!

31 de julho de 2017

Instantâneo

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Digam-me, se quiserem, o que "retiram" a partir desta imagem sem legenda. Uma conclusão para...

Faz sentido? Acontece convosco? Concordam? Gostam? Não? Prós? Contras? Sim?
Uma imagem, 1000 (mil) palavras?!

19 de julho de 2017

Os Meus Problemas

Ninguém Tem Pena das Pessoas Felizes


"Ninguém tem pena das pessoas felizes. Os Portugueses adoram ter angústias, inseguranças, dúvidas existenciais dilacerantes, porque é isso que funciona na nossa sociedade. As pessoas com problemas são sempre mais interessantes. Nós, os tontos, não temos interesse nenhum porque somos felizes. Somos felizes, somos tontaços, não podemos ter graça nem salvação. Muitos felizardos (a própria palavra tem um soar repelente, rimador de «javardo») vêem-se obrigados a fingir a dor que deveras não sentem, só para poderem «brincar» com os outros meninos. 
É assim. Chega um infeliz ao pé de nós e diz que não sabe se há-de ir beber uma cerveja ou matar-se. E pergunta, depois de ter feito o inventário das tristezas das últimas 24 horas: «E tu? Sempre bem disposto, não?». O que é que se pode responder? Apetece mentir e dizer que nos morreu uma avó, que nos atraiçoou uma namorada, que nos atropelaram a cadelinha ali na estrada de Sines. 
E, no entanto, as pessoas felizes também sofrem muito. Sofrem, sobretudo, de «culpa». Se elas estão felizes, rodeadas de pessoas tristes, é lógico que pensem que há ali qualquer coisa que não bate certo. As infelizes acusam sempre os felizes de terem a culpa. É como a polícia que vai à procura de quem roubou as jóias e chega à taberna e prende o meliante com ar mais bem disposto. Em Portugal, se alguém se mostra feliz é logo suspeito de tudo e mais alguma coisa. «Julgas que é por acaso que aquele marmanjo anda tão bem disposto?», diz o espertalhão para outro macambúzio. É normal andar muito em baixo, mas há gato se alguém andar nem que seja só um bocadinho «em cima». Pensam logo que é «em cima» de alguém. 
Ser feliz no meio de muita gente infeliz é como ser muito rico no meio de um bairro-de-lata. Só sabe bem a quem for perverso. 
Infelizmente, a felicidade não é contagiosa. A alegria, sim, e a boa disposição, talvez, mas a felicidade, jamais. Porque a felicidade não pode ser partilhada, não pode ser explicada, não tem propriamente razão. Não se pode rir em Portugal sem que pensem que se está a rir de alguém ou de qualquer coisa. Um sorriso que se sorria a uma pessoa desconhecida, só para desabafar, é imediatamente mal interpretado. Em Portugal, as pessoas felizes sofrem de ser confundidas com as pessoas contentes."

Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas' 

*MEC, felicidade e verdade.

Intervenção humana

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"A Arte Urbana (street art) designa uma arte encontrada nos meios urbanos, seja por meio de intervenções, performances artísticas, grafite, entre outras.
Este tipo de expressão artística espalhada por todo o mundo, surgiu nos Estados Unidos na década de 70, e possui um carácter dinâmico e efémero, os quais podem ser imortalizados pela fotografia.
No entanto, estudiosos afirmam que esta arte remonta períodos muito antigos, uma vez que os gregos e romanos já transmitiam mensagens pelas ruas da cidade bem como possuíam muitos artistas nos centros urbanos (música, teatro, dança).
A central proposição da arte urbana é justamente sair dos lugares destinados à exposição e apresentações artísticas (equipamentos culturais: teatro, cinema, biblioteca, museu), para dar visibilidade a arte quotidiana, espalhada pelas ruas.
Os temas utilizados pelos artistas de rua são diversos, no entanto, muitos trabalhos estão pautados em críticas sociais, políticas e económicas."

* O que acham deste tipo de comunicação através da arte livre?
[Esculturas, Wheatpaste, poster de rua, intervenção de arte, instalações de rua, etiquetas, projecções de vídeo, grafite ou 3D]

18 de julho de 2017

Calorias alternativas

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Não sou pessoa de comer (frequentemente) batatas fritas de pacote e afins.
Evito sempre que possível comidas embaladas e processadas, porém, um dia não são dias e por vezes apetece-me comer gordices. Quem nunca?
Então, na busca da batata perdida batata perfeita, encontrei mais um snack alternativo (e as embalagens, não são giras?)
Experimentei as Tyrrell´s (mix de beterraba, batata e cenoura). Hmm, não é que isto até é bom...
Fica a dica gorda magra do dia.